Então é quase natal

O natal é uma época de felicidade e digo isto com o mais puro sarcasmo!

Andamos um ano inteiro a fazer sacrifícios e a privar de doces e excessos, tudo em nome da saúde, do bem estar, do equilíbrio físico e mental e naquela semana que vai do natal ao ano novo, vale tudo menos arrancar olhos.

Foi já depois de adulto que compreendi porque que os Reis Magos só chegaram ao pé de Jesus no dia 6. É que, a celebrar o nascimento D’Ele como se celebra, é impossível alguém conseguir fazer uma viagem. Entre barrigadas, indisposições e novas barrigas e indisposições, os doces são pura tentação do demo ao maior dos católicos (que por acaso, não é o meu caso).

De há uns anos para cá, desde que o Strava inventou o rapha festive 500 patch, eu digo sempre que vou completar o desafio e chego mesmo a inscrever-me. Mas não houve ano que eu fizesse um quilómetro que fosse dos 500 necessários para completar a tarefa.

No início sinto-me motivado em participar como forma de evitar as barrigadas de comida e doces, mas em vão. A comida festiva leva-me sempre a melhor!

Pelo menos este natal, terei uma boa desculpa para dizer que não completo o desafio, passo o natal noutro pais e acho que lá a lei não permite que se pedale nessa altura (sqn).

Por este andar mudo-me para o downhill, pelo menos ai posso dizer que o peso extra é uma táctica para tentar descer mas depressa.

Mas com diz o ditado, “é Natal, ninguém leva a mal“, ou será na páscoa que se diz isso?

Os doces de natal estão ameaçadoramente perto, a balança teima em não mexer uma grama que seja para baixo, há dois meses que sempre que cumpro dois, ou três microciclos de treino (tão sério quanto possível) que fico logo doente e tem sido recaída, atrás de recaída. Já não sei se o meu sistema imunológico tem gordura a mais, ou açúcar a menos. A mais recente aquisição é uma boa amigdalite que promete ficar durante esta semana e é mais uma semana sem bicicleta.

E por falar nisso, já experimentaram rabanadas acabadas de fazer, com uma bola de gelado de baunilha por cima? Se não, então recomendo que continuem sem experimentar. É que é daquelas inovações de natal que depois não passarás sem ela e quem paga, não é a bicicleta, são as tuas pernas quando a tentares levar pela próxima encosta acima.

(dia destes deixo ai a receita da rabanada com gelado)

Isto é quase um offtopic, mas ciclista também come.

Boas pedaladas pessoal, que eu fico aqui a curar a minha amigdalite 😉

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One response to “Então é quase natal

  1. Antes de mais nada,que recuperes rápido.
    Depois, apesar do natal inexistente por casa,(pois fazemos outra festividade na altura) nao me livro de uns 6 anos pra ca de ir ao jantar de família, mesmo eles sabendo que sou doutra confissão religiosa.
    Bem tenso no início, agora a areia assentou.
    Confesso que so vou pela comida diferente, e o peru e frutos secos, alem do chocolate sao a minha perdição.
    Mas nao empanturro como os romanos senao nao posso pedalar, não é saudável, nem coisa nenhuma…
    Se acredito no Jesus? Nem neste nem no outro!

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