Rodas ovais e porque não?

Quando alguém menciona a palavra “roda”, imediatamente associamos a ideia a um circulo perfeito e funcional. A verdade é que as rodas são e continuarão a ser redondas, mas não deixamos de ver tudo quadrado.

Na ultima feira de Santarém, certamente que algum do publico começou olhar para as garrafas de água mineral e sumos naturais que haviam ingerido e duvidaram se conteria álcool.

Uma Flip.

Uma Flip.

O responsável pelo sucedido, as FLIP.

Bicicletas de rodas ovais que desafiam a lógica do movimento e do discernimento do espectador. O seu utilizador vai tão estável como o de uma bicicleta de rodas convencionais, mas ao espectador não é recomendável que fixe demasiado o olhar, caso contrario o cérebro vai-lhe pregar uma partida.

Mas porque razão alguém haveria de mexer no que estava perfeito? Mas eu pergunto é: E porque não!

Honestamente não vejo qualquer aplicação comercial para este tipo de bicicleta, mas não deixa de ser um brilhante exercício de engenharia e um abanão neste mundo quadrado. Lá porque se remove a simetria, as coisas continuam a ser funcionais.

Não é no entanto por ser funcionais que acredito na sua vingança verdadeiramente funcional e que passaremos a ver bicicletas de rodas ovais a ganhar “Tour’s”, ou “Cape Epic’s”.

Seria este o teste a um novo conceito de rodas com vinco?

Seria este o teste a um novo conceito de rodas com vinco?

Não deixa de ser interessante, quanto mais não seja para mostrar a muitos abstémicos qual o efeito do álcool na percepção visual.

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