Treinar nos rolos, o mau tempo não é assim tão mau.

Começa com entusiasmo, compram-se os rolos e monta-se na garagem e…

rolo

Um bom treino de rolo, não te deixa deixa tempo para dares atenção à televisão.

..vem o primeiro treino, o segundo e o terceiro. Passam da garagem para a sala, logo em frente à televisão para dar um pouco mais de animo às sessões, ou mesmo em frente ao computador e volta a repetir-se a dose, vai um, vai dois, ou até mesmo três treinos e encostam-se num canto lá de casa.

Rolos? Não obrigado, são entediantes! – É o relato que ouvimos com mais frequência num praticante de lazer.

A ideia inicial era simples e muito boa. Melhorar um pouco a forma para não sofrer tanto ao fim de semana nas voltinhas com os amigos, mas à semana o tempo é pouco e tem de ser bem aproveitado, depois há a chuva e os dias mais curtos e inicialmente o rolo parecia a solução, mas a desilusão veio pouco depois e este precioso objecto encostou ao fim das primeiras experiências.

O que falhou? Quase tudo!

O rolo é uma ferramenta de treino absolutamente fenomenal, tanto para praticantes de lazer, como para profissionais. Mas como qualquer ferramenta é preciso saber como utiliza-la, haver uma lógica.

O treino em rolo pode ser extremamente produtivo e divertido.

A fórmula para o sucesso do treino nos rolos é simples, tão simples que pode parecer ridícula.

Primeiros há a fundamental motivação, mas é já ela que nos leva a comprar os rolos.

Depois há que definir as zonas cardíacas de trabalho.

Não vás em histórias de 22o menos a tua idade, soma-se a cilindrada do teu carro e voltas a subtrair a idade do teu vizinho. Este trata-se apenas de um exercício sem aplicação pratica. Cada individuo é único e como tal deve reger-se pelos seus próprios dados (leia-se: zonas de frequência cardíaca).

A frequência cardíaca determina a intensidade e por sua vez esta determina que tipo de trabalho/treino estamos a fazer.

De uma forma simples pode-se dizer que:

O corpo trabalha com 3 tipos de via energéticas: a Fosfogénica(molécula de ATP), a Glicolitica(Hidratos de Carbono) e Oxidativa(a boa da Gordura).

O intensidade cardíaca define qual a que está a ser recrutada, não estabelecendo isto, podemos muito bem estar a fazer um trabalho contra producente ao que inicialmente nos propomos, o que acontece na maioria dos casos.

rolo 2

Para falar-mos em treino, precisamos de ter um objetivo e depois um plano para o atingir. Mas que nada disto tem inicio sem primeiro definires os teus níveis de intensidade cardíaca.

Não tenhas medo do rolo, ele é que deve ter medo de ti. Usa-o, mas com lógica!

Porque no final podes chegar à conclusão que andaste a esforçar-te tanto, para afinal de contas não fazeres nada.

Autocolantes que atletas e praticantes usam para ter na bicicleta sempre presente as ZONAS de Trabalho em Frequencia cardiaca

Autocolantes que atletas e praticantes usam para ter na bicicleta sempre presente as ZONAS de Trabalho em Frequencia cardiaca

Boas pedaladas 😉

 

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2 responses to “Treinar nos rolos, o mau tempo não é assim tão mau.

  1. Boas.
    INteressante o artigo. Apenas uma questão, tenho uma bike de BTT, como é os rolos neste caso? basta apenas os rolos, ou tb tenho que comprar um conjutno de roda/cassete/pneu de estrada?

    • Olá,

      Recomendo que tenhas uma roda extra com pneu slick, tipo de estrada. É que o pneu de btt faz imenso barulho o que se torna incomodativo para quem pedala e paar quem está ao redor. Uma cassete com relaçao de estrada também não é má ideia para treinar em rolo.

      Abraço

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