29er mania, o btt foi tomado de assalto

btt roda 26, 27,5 ou 29er

O btt foi invadido pelas rodas 29, parece que afinal alguém descobriu que só aquilo resulta, estávamos todos errados até hoje!

Mas a questão que se coloca sobre toda esta azafama em trocar de bicicleta é: performance efetiva face às 26, ou apenas moda?!

As bicicletas de roda 29, ou as 29ers não são novidade, aliás, já há uns anos que andam no mercado a operar de uma forma muito tímida e apareciam apenas nos catálogos de marcas que atuavam na periferia dos gigantes do marketing.

A Americana Gary Fisher, que deve o seu nome ao seu fundador, que é tido aliás como o “Pai” do btt, ou pelo menos é uma das personagem que deu origem e marcou o inicio da modalidade que hoje atrai multidões em todo o mundo, foi das primeiras a ensaiar estes modelos.

O btt nasceu no Cromo-molibdénio, um aço de elevada resistência e baixo peso, passou pelo alumínio e desaguou no carbono, passando pelo meio por materiais mais ou menos nobres, mas que o mercado não os fez vingar cada qual pelas suas razoes certamente, pelo menos até á data de hoje (falamos do termoplástico e do titânio).

A tecnologia das transmissões tem evoluído de forma mais ou menos consistente, começamos com 3×7, passamos hoje pelas 3×10, ou 2×10 e mais recentemente a 1×11 (sendo estas relações referentes à relação de andamentos, mais conhecidos por “mudanças”, sendo que a primeira é sempre referente ás “mudanças” disponíveis na roda pedaleira e a segunda à cassete (k7), ou como muitos ainda conhecerão por “carreto”, não sendo este o termo correto atualmente.

As suspensões parece terem a sua tecnologia estagnada atualmente, evoluindo pela redução de peso e melhor performance na absorção de impactos e reduzindo os “bombeares” indesejáveis.

Os fabricantes de quadros dedicaram-se a melhorar as geometrias e desenvolver quadros de suspensão total que oferecessem mais conforto, performance e peso de acordo com o segmento da bicicleta.

E quando não havia mais novidade de relevo para vender, os catálogos eliminam as tradicionais roda 26 e enchem-se com as novas e revolucionarias 29ers.

Perante esta megalómana campanha de marketing, não foi de admirar o mercado (leia-se compradores) irem atrás.

Se uns se apressam a defender a honra da rainha afirmando com uma convicção sem precedentes que estas é que são As bicicletas de btt e as 26 morrerão, outros são mais cautelosos e apalpam. Certo, é que de forma modesta e tímida apareceram também as 27,5. A confusão está lançada!

Esta febre e estas convicções não são tão lineares assim e os mais confiantes na extinção das 26 deviam ter um pouco mais de cautela nas afirmações e ponderar um pouco mais a situação de uma e de outra.

O fenómeno ainda é recente, recente demais para que estudos possam vir desmontar toda esta “convicção” que se instalou. Mas eles (os estudos) vão aparecer e desenganem-se os que hoje afirmam que quem vai para as 29, não volta. Vão voltar, ai se vão voltar.

650b

Porquê!?

Diz-me quanto medes, dir-te-ei que roda usar! Ou ainda: qual é o teu estilo, qual a tua performance e nível técnico, ou mesmo quanto tempo queres pedalar.

Quanto ao tamanho (e ainda longe de estudos que venham reforçar esta “tese”)

Para já a única recomendação existente é de que a 29ers são mais indicadas para pessoas com mais de 1,75mt de altura. E ponto! Não são referidos ganhos e perdas quanto a esta opção.

O sistema é igual ao que se aplica com as crianças, a razão pela qual existem bicicletas que vão desde a roda de 16 polegadas (ou menor), até á de 24, para que cada crianças possa tirar o máximo de partido em função das suas capacidades e skils (habilidade). É certo que posso pegar numa criança de 6 anos cujo tamanho ideal seria uma roda 16 e pô-la a pedalar numa roda 20, contudo é visível ao utilizador menos treinado, que estamos a comprometer a capacidade de manobra e mesmo de rendimento da criança.

As bicicletas de roda mais pequena são mais “nervosas”, mais ágeis e oferecem maior manobrabilidade a velocidades mais elevadas, no entanto, são também menos estáveis, e é aqui que entra a capacidade técnica de cada um. A exemplo disso observem alguns vídeos de BMX Race, ou de Down-Hill, reparem também na largura de guiador de uma bicicleta de Down-Hill, mesmo utilizando roda 26 a largura de guiador consideravelmente maior em comparação com os de XCO, este detalhe técnico é fundamental por forma a proporcionar mais estabilidade e vencer a inercia de uma roda pequena a alta velocidade.

Dentro do mesmo teatro e função, voltemos ao XCO, vamos comparar a largura de guiadores de uma bicicleta roda 26 e uma 29er. Para virar uma roda 29 o poder de alavancagem do guiador deve também ser superior, uma vez que a inercia e resistência á viragem é naturalmente superior. Mas consegue o guiador (extra) compensar este “défice”? Depende! Se conduz com as mãos mais afastadas vai naturalmente requisitar outros grupos musculares e em longas distancias, ou utilizações mais intensivas com frequentes mudanças de direção, vai também atingir a fadiga mais rapidamente, a são ser, é claro, que esteja no grupo de utilizadores para os quais as 29ers eram o elo que faltava.

Lembre-se que as rodas não passam de giroscópios gigantes, depois de postos em movimento, exercem enorme resistência á mudança e esta resistência é proporcional ao tamanho.

Sim, tudo isto é discutível e tudo depende dos objetivos individuais de cada um.comparação 26 e 29er

Se os objetivos passam pelos domingueiros e picardias entre amigos, dificilmente poderá concordar com isto, pois nunca chegará ao ponto em que sentirá algum destes fatores “na pele”.

Mas se os seus objetivos passam por mais do que preencher o ego e rondam a performance, ou tem em vista a competição, talvez deva avaliar bem esta situação e experimentar bem todos os aspetos e situações possíveis.

Nem só a condição física tem impacto na nossa prestação, mais, muitas vezes pode significar menos.

Mas não se acanhe e não receie voltar ás 26, ou mesmo ficar nas 27,5, experimente e chegue a conclusões, não se guie pelas dos outros e tire as suas isento de pressões de moda, sinta-se bem com o que pedala e pedale com o que se sente bem.

Boas pedaladas.

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29 responses to “29er mania, o btt foi tomado de assalto

  1. Andas com muito tempo livre 🙂
    Gostei do artigo, estás a escrever bem.
    Só tenho uma coisa a dizer, “cassete” (K7) é quando a roda livre se faz no cubo, “carreto” é quando a roda livre se faz na própria peça e essa peça aperta ao cubo por meio de uma rosca, numa das minhas bicicletas estou a usar uma roda com “carreto”, o termo está correcto actualmente, só fica errado se chamarem “carreto” a uma “cassete”.
    Parabéns pelo artigo.

  2. Ando muito em estradão e estou na duvida de ir para uma 29, pedalo em média de 100 km por domingo e fico pensando; a 29 poderia me dar mais ganho de tempo e conforto. Tenho 177Cm.

    • Elton, as 29er são fundamentalmente aconselhadas para pessoas com mais de 175cm (não havendo estudos concretos de momentos, não entendo isto como uma marca absoluta, ou até digna de registo). No entanto, se procuras fazer mais estradões e até estás em boa condição fisica, procura alguém que te possa emprestar uma 29er para experimentares um passeio, ou outro, se puderes experimenta também uma 650b (27.5). As 29er são mais estáveis e mais confortáveis a passar obstáculos, mas…rodas maiores precisam motores maiores (entenda-se força), ou então desgastam mais rápidamente os “motores mais pequenos”. Abraço e boas pedaladas.

  3. Boas, pela tendência de mercado no ano passado, comprei para minha primeira bike a sério uma 29’r que para aproveitar uma promoção e dada a minha estatura (1,68m) entre o S e o M decidi arriscar e comprar a M.

    A nivel de “motor” não me sinto mal, aliás, vou agora trocar por uma S e já vi as novas scott 27,5.

    Na teoria, 27,5 seria o mais indicado pela minha estatura, no entanto gosto bastante do rolar da minha 29 e esta troca prende-se apenas com a dimensão do quadro que me provoca uma dor na lombar.

    Uma vez que as 27,5 ainda não vingaram no mercado estou tentado a optar por uma 29 em S, pq em estradão e a descer concerteza será mais rápida que a 27,5, a 27,5 poderá ser mais rápida a sair/arrancar mas isso é só uma fase muito reduzida das voltas e maratonas.

    Na 27,5 não irei perder andamento e ganhar agilidade (que não sinto falta) ?

    Cumprimentos,

    Diogo Reis

    • Diogo,

      O teu problema de dores lombares, muito provavelmente poderia até ser resolvido sem troca de quadro, não sei como chegaste á conclusão que o problema é diretamente do quadro.

      As 27.5 ainda não vingaram e dificilmente creio que aconteça tão cedo, mas…sabes com que bicicleta o Nino Schurter corre? (ao que consta nos “bastidores” a Scott queria obriga-lo a trocar para uma 29, ao que ele fez birra, a solução passou pela 27.5 e o resultado está á vista)

      Para quem está devidamente treinado, a perda de andamento é hipotética, revê uns videos do mundial de XCE e compara atletas a correr com 26 a passar á frente de atletas munidos de 29ers. Querendo dizer o quê, em paralelo com o que mencionei no texto original, o treino é uma habituação a diversos fatores, a mudança de um desses itens requer novo treino e nova habituação e para isso é preciso tempo. Compara, com uma BMX roda 20 precisas de técnica para subir um simples passeio, com uma roda 26 ou superior, basta deixar rolar e ela sobe com maior, ou menor impacto, mas sobe.

      Quanto à agilidade, ninguém ganha agilidade/técnica, se não a treinar, não funciona pela simples troca de equipamento, é algo pessoal. Mas podes conseguir rolar melhor, depende da tua condição fisica.

      Abraço.

  4. Tinha uma excelente bicicleta de roda 26, optei com moderação para a 29er, tenho ainda bicicletas com os três tamanhos (26, 27,5 e 29er) e para o que gosto de fazer, xco, passeios longos, maratonas… definitivamente 29er, só é preciso realmente uma boa condição física para segurar a máquina de resto as vantagens superam as desvantagens… se é que existem. E ainda sou da opinião que as 29er, “matam” a existência das bicicletas de suspensão total. Gary Fisher foi um visionário com razão.

    • Olá Alexandre e desde já os meus agradecimentos pela participação.

      Atenção que o artigo não é um manifesto “anti-29 er’s” é sim uma forma de promover uma reflexão sobre as reais soluções dos vários modelos. Cada caso é um caso e não devemos nunca deixar de experimentar se houver oportunidade, só assim poderemos tirar as nossas conclusões.

      As 29 não são é uma solução global, ou a única solução.

      Um grande abraço e votos de grande pedaladas.

  5. Bom, apenas vou falar da experiência que tive/tenho, sem ler qualquer dos comentários ao elaborado texto.

    Eu tive uma roda 26 e tenho uma roda 29. Ambas Specialized – Hardrock, com o mesmo nível de equipamento. Posso dizer que é uma bike completamente diferente. Diferente a rolar a direito, diferente a subir e muito diferente a descer. Seja em terreno acidentado, ou fácil.

    Penso que, se tivermos numa bike com roda 29 a mesma distância entre eixos, a mesma altura do pedaleiro ao chão, temos uma bike brutalmente melhor.

    Há uns anos, os carros vinham todos equipados com jante de 13″… hoje já não vêm com menos que 15″. será que é capricho ?!?!

    A roda 29 tem mais pneu em contacto com o chão, logo tem mais aderência, consequentemente mais segurança.

    A treta que muitos dizem acerca das subidas, é efectivamente uma treta, pois se a roda é maior, há obviamente compensação com a cassete/prato.

    No entanto, alerto que nem todas as marcas sabem fazer quadros para rodas 29….

    Se alguém tiver dúvidas acerca do que digo, sugiro que façam o seguinte:
    Peguem numa bike com roda 26 e numa com roda 29. Seleccionem uma volta com grau de dificuldade médio, quem em inclinação, quem em termos técnicos e façam-na com as duas bikes. Depois relatem aqui as diferenças.

    (conforto – velocidade – segurança – agilidade)

    Abraço a todos

    • Olá João, obrigado pelo teu comentário e pela partilha da tua experiencia.

      Desculpa mas vou ter de discordar em pleno da tua avaliação.

      Eu já fiz o teste que propões, mesmo modelo, rodas diferentes e numa coisa tens razão, são bicicletas totalmente diferentes, para utilizações diferentes.

      A eficiência desportiva resulta de uma coisa muito simples: eficiência energética. O atleta é tão bom, quanto o conhecimento que tem do seu estado, das suas capacidades e da forma como executa essa aplicação.

      Todos conhecemos o termo “empeno”, e todos poderiam-no ter evitado, se para isso tivessem a noção da gestão de energia.

      Mas vou deixar isto, senão teia de fazer outro post só para este tema, deixarei isso para outra oportunidade.

      1º quanto maior o objeto, maior a sua inércia, logo, maior a quantidade de energia quer para a fazer mover, quer para a fazer parar.

      2º uma roda é um simples giroscópio, quanto maior e mais pesado, mais resistência oferece á mudança de direção, sendo preciso alavanca maior (dai os guiadores 29er serem sobre dimensionados face aos 26)
      Leis simples de Newton que nos deixou uma data de norma ainda hoje utilizadas na física.

      No btt em particular, não trabalhamos tanta a cadencia, há demasiadas paragens e arranques e é nesses arranques que reside a questão, uma 29er precisa de mais energia para vencer a inércia, que uma 26. Tens essa energia, muito bem! E quem não tem??

      Como já mencionei noutra resposta, rodas grandes precisam de motores grande. O meu primeiro carro tinha 36cv e jante 13, hoje os pequenos citadinos tem na pior das hipóteses 60cv e jantes 14, ou 15, os híbridos com potencias combinadas de 100/150/ e até 200cv mantém as rodas 15/16 e jantes ultra leves, razão: eficiência energética.

      Para os que tem bons motores (leia-se músculos), podem e vão efetivamente tirar benefícios das 29er, mas tem em conta que a potencia é conseguida pelo melhor rácio combinado de força+velocidade.

      Nino Shurter é campeão do mundo com uma 27.5 contra um pelotão na esmagadora maioria de 29er, eu vi o campeonato do mundo de XCO com rodas 26 a brincar contra as 29er, porquê? O piloto é parte de uma equação que está a ser deixada de fora.

      Cada caso, é um caso.

      Abraço e boas pedaladas.

      • Obrigado pela tua resposta.
        Não desafio as Leis de Newton, pois logicamente aceito-as (quem sou eu para não o fazer).

        Mas para colmatar o efeito definido pelo Newton, foi utilizado outro princípio, o de Arquimedes que desenvolveu o sistema de roldanas (cassete/pedaleiro) com o propósito de desmultiplicar/multiplicar a força de modo a ajustá-la à necessidade do momento.

        Mas há algo mais para além da inércia, pois os cálculos não contemplam obstáculos (pedras ou buracos)… muito menos prevê o derrapagem de pneus em subidas (que remete para a área de borracha em contacto com o chão), etc…

        Atenção: não estou a falar porque tenho uma 29. Apenas porque sinto que tiro mais conforto e rendimento com ela.

        O que aconselho vivamente é a experimentarem uma 29″ de um amigo..

  6. Por acaso, estou um pouco cansado do tema, e parece-me q a minha teoria será justificada, quem tem 26 e n tem/pode/quer gastar dinheiro, critica quem tem 29, até pq tem medo de daqui a nada ser o único no “grupo” a andar de 26. Os Lojistas/marcas que só tem ou preferem ou até lhes dá mais “jeito” vender 26 e 27,5 criticam as 29…
    Quem pode mesmo dizer alguma coisa são os utilizadores, que ao verem as 29 a rolar e a descer, confirmam que são mais seguras, confortáveis e rápidas. A subir, todos temos de ter pernas, pode até ser mais complicado na 29 arrancar nas subidas e necessário mais força(nada confirma isto) mas qnd vamos andar de bike ninguém só sobe!!!
    Experimentar continua a ser a melhor solução!
    De qualquer maneira BTT é andar no monte…e qual andar melhor no monte? Um SUV ou um JIPE que tem rodas e ângulos maiores!?

    • Miguel, obrigado pelo comentário.

      É o tema veio para ficar e é normal que se mantenha aceso nos próximos tempos.

      A única coisa em que insisto é que não há uma universalidade, as coisas são melhores ou piores mediante o uso que vamos dar e a capacidade de cada um.

      Mas tudo é “treinável”. Afinal de conta o que realmente importa, é que o desporto continue a evoluir, que as marcas continuem a apostar e não tenham medo de inovar e oferecer isso ao publico, depois cabe a cada um decidir o que é melhor para si e que se continuem a divertir de bicicleta, seja numa 26, nuam 29er, ou numa 20 de bmx.

      Um grande abraço e boas pedaladas.

      • boas. eu tenho uma focus roda 26 e uma coluer carbon 27,5. a 26 é mais divertida de conduzir, mais nervosa, mas a 27,5 é mais estável, passo mais facilmente sobre os obstáculos tenho 1,79, e dou-me bem com um quadro 17,5 da coluer. acertei a bike para o meu gosto, e depois da estranheza ao inicio em relação ao guiador mais largo, rodas maiores, agora é sempre a lavrar terreno em xco, ou maratonas. mas estou a gostar da 27,5. grande máquina. .

  7. Tenho 1.69m e comprei uma 29er tamanho M. Sinto-me perfeitamente a pedalar. Rola muito bem e a subir notei uma diferença para melhor em comparação com a anterior 26 (uma bike antiga. 3×5). Agora subo grandes declives com muita facilidade

  8. Gostei bastante do artigo, e tenho que dar razão a todos os intervenientes, cada um tem direito a puxar a bra sa à sua sardinha, a meu ver todas as “rodas” têm espaço no “terreno”, umas são rápidas e passam por cima de tudo, umas mais técnicas, outras prometem ser as

  9. Cont.
    … as rodas profetas, eu tenho uma 26, e possivelmente voltaria a comprar uma 26, ou talvez uma 27,5, isto talvez pela maneira como gosto de curtir nos trilhos, mas, pois é, mas nunca descartaria a idéia de ter uma 29, claro teria de ser adequada ao tipo de BTT que eu gosto (mais técnico)!!! Lá está, para mim pedalar é pedalar, não haja força nas pernas e muita vontade e de pouco interessa as rodas!!!
    Pessoal , força no pedal, seja qual for o tamanho da roda!

  10. Boas só vou deixar a minha opinião,tenho uma boa bicicleta de roda 26 de que gosto muito ,depois de ver em algumas maratonas e de alguns amigos me aconselhar a trocar por 29 experimentei 27,5 e 29 optei por 29 acho que 26 e 27,5 não tem muita diferença .Acho também que a 29 só perde nos sprints de resto é só vantagens.Mas fiquei com a 26.Boas pedaladas.

  11. Boas pessoal. Estou num dilema. Tinha uma 26 e o ano passado comprei uma 29, sinceramente senti-me muito bem apesar dos meus pequenos 1,65m. Contudo surgiu uma oportunidade de negocio e eu vendi a 29 e agora não sei o que comprar, estou inclinado para uma 27,5 tamanho S mas tenho medo de me arrepender ainda por cima estas vêm com pedaleira 170mm.

  12. ..eu só digo que isto vai tudo na onda,e se um tem o outro tambem tem de ter.E muitos acham que andam mais,mas a 29 nao faz milagres,eu prefiro treinar no duro e tirar o melhor rendimento da 26,e nao ir em cantigas.

  13. Ainda tem a mesma opinião passado 3 anos?
    Tenho um CUBE 22″ roda 26 bem equipada, face à esta loucura de trocas por 29 começo a sentir que estou desatualizado.

    Adoro o BTT mas pergunto, vale a pena vender uma 26 por tostões e gastar milhões numa 29?

    • Olá, muita coisa mudou no mercado nestes últimos 3 anos, de tal forma que a tua questão me levou a ponderar e escrever novo texto sobre o tema. Mas a questão fundamental que se levanta aqui é a seguinte: Com uma 29 irás tirar mais prazer das tuas voltas?

      É uma questão que só tu podes responder.

      Abraço e boas pedaladas.

      • Tenho 190 cm, 85kg, terei muitas vantagens mudar de 26 para 29?

        Demorei algum tempo a equipar a minha 26 ao meu gosto agora que está como quero aparece esta febre das 29.

        Será que irei ter melhor desempenho?
        Nomeadamente quero saber o que tem de melhor para justificar o investimento.

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