TPC (Trabalho Para Ciclista)

darwinsEvo

É de facto de lamentar, que no dia em que se discutem as alterações ao código da estrada, nós ciclistas ainda nos estejamos a manifestar, quais estudantes a estudar á porta do exame.

Trouxemos a esta alteração do código da estrada um trabalho de casa muito mal feito, prova disso são os esforços desesperados para tentar “à ultima hora” levar luz á cabeça de alguns deputados sobre as reais necessidades, não só dos ciclistas como de toda uma economia que só teria a ganhar com as devidas alterações.

Mais uma vez em Portugal rema-se contra a maré, ao invés de orientar no sentido da evolução, usando como exemplo países também eles Europeus e que prosperam economicamente em grande parte ao abrigo de politicas que promoveram a cidadania e a igualdade de direitos independentemente do tipo de transporte que cada qual usa.

A Holanda que recentemente nso levou as receitas fiscais do grupo Jerónimo Martins, seria um exemplo a seguir, mas os nossos políticos lutam ferozmente para nos afastar daquela Europa e prosperidade, que de forma demagoga nos convencem nas eleições que dela querem ser parte integrante.

Parece que a bicicleta será cada vez mais rotulada como simbolo de lazer, subtraindo segurança, aos que dela vivem, aos nela trabalham, e aos que por ela optam como alternativa, ou mesmo obrigação a uma economia sufocante e estranguladora.

Dirigimo-nos para um pais de dois cidadãos: o que conduz e é senhor de toda a via publica e o que anda a pé e deve esconder-se nas valetas. É de lamentar.

Ás associações que agora gemem, por ver a hipótese dos direitos dos seus associados serem ainda mais reduzidos ao invés de consagrados na lei, aconselho a uma reflexão mais profunda no seu modo de agir. Não são manifestações esporádicas de rua que fazem a diferença, num pais que diariamente se vê a braços com uma nova manifestação. Sigam o exemplo do aqui-rival dos ciclistas, o ACP, que promove nas escolas e em campanhas durante todo o ano a sua marca, sob pretexto de diversos tipos de campanhas de prevenção e outras que tal.

A manifestação deve ser feita diariamente e em diversas frentes, senão caímos no esquecimento, ou pior, só somos lembrados, quando tombados na frente de um qualquer automobilista, que munido de todos os seus direitos rodoviários consagrados na lei, tira a vida a mais um de nós, um ciclista.

Publico

Mubi

UVP-FPC

FCPUB

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